quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Palavra perdida

Há dias em que a palavra não sai. Você tenta, insiste, usa argumentos que parecem irrefutáveis, faz cafuné, adula e nada. Ela não vem de jeito nenhum. Você está com algo em mente, começa a escrever mas nada vai pra frente. E em dias assim o melhor é deixá-la de lado, não forçar a barra. Talvez a palavra ainda esteja verde e careça de mais tempo dentro de você para amadurecer. Uma hora fica no ponto; e cai direto do pé pro papel.

5 comentários:

AC disse...

Quantas vezes isso acontece! Mas, para mim, não há que forçar muito. É que às vezes a palavra é menina caprichosa e, quando menos se espera, ela aparece, sorridente...

Beijo :)

Fernand's disse...

a palavra é feito o maor: tem vida própria. ela que entra em contato.




bjs, ju!

Fernand's disse...

maor = amor

Wilson Torres Nanini disse...

E como já disse Drummond, inunda a vida inteira.
Abraço!

Júlia Zuza disse...

AC, palavra é mesmo menina caprichosa e mimada. Só sai de dentro quando quer.

Fer, concordo mesmo que tem vida própria. Na verdade ela usa nossa garganta para ganhar voz. Palavras são mais espertas que pensamos!

Drummond é o mestre maior, Wilson! Com ele as palavras estavam sempre dispostas a dar o melhor de si. E davam mesmo.