Revolução dos bichos
Galinha cantava para acordar o dia
enquanto galo cuidava da cria
A vaca o boi seguia
e o acompanhaca onde ele ia
João-de-barro construiu a moradia
com garrafa pet vazia
Colesterol do rato não subia
porque queijo ele não mais roía
Patinho feio foi aceito na pataria
e a incentivar a inclusão ele iria
A raposa nunca mais furtaria
e os frangos defenderia
Porco não fazia mais porcaria
e era mestre em assepsia
A fazenda era tão politicamente correta
que fui caçar rumo em outra freguesia
2 comentários:
kkkkkkkkkk
Adorei, Júlia!!!
A outra freguesia, às vezes, é mais interessante!
Bjs, linda.
Hahahaha. Que poema leve e divertido, muito bom! Bem, essa revolução funcionou, tomara que ela se sustente. hehehe.
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